
A semana em que a urna tomou a sala inteira
A eleição pediu prioridade, as bets receberam o recado, Lito deixou saudade e até o tempo entrou em cena.
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A eleição pediu prioridade, as bets receberam o recado, Lito deixou saudade e até o tempo entrou em cena.

Criador do Aviões e Músicas morreu aos 59 anos. Com décadas de experiência na aviação, ele fez do conhecimento técnico uma conversa acolhedora para milhões de pessoas.

Sete acontecimentos e aquela velha mania de deixar a situação crescer para só depois perguntar quem estava tomando conta.

Antes do podcast, do streaming e da live, uma voz já atravessava distâncias para informar, entreter e fazer companhia a quem nem conhecia.

O cantor e compositor Rick morreu aos 59 anos em um acidente de helicóptero. Sua obra, porém, já havia atravessado o sertanejo e chegado até quem nunca comprou um disco da dupla.

Duas notícias sobre alimentação e tecnologia revelam a mesma lógica: estamos cercados por produtos fáceis de consumir, difíceis de largar e desenhados para ocupar cada vez mais espaço na rotina.

Sobre o medo de um amigo e a vida que continua depois do diagnóstico.

Antes do streaming, do algoritmo e do vídeo de 15 segundos, havia uma sala, uma televisão e quase todo mundo olhando para a mesma coisa.

Durante seis horas, o Supremo discutiu procedimentos, trocou acusações e adiou a pergunta que levou o país ao plenário: Alexandre de Moraes deve ser investigado por suas relações com Daniel Vorcaro?

Enquanto a vida avança em outro país, aniversários, almoços e despedidas chegam pela tela. Pertencer a dois lugares também significa não estar inteiro em nenhum deles.

Os aviões atingiram edifícios. A resposta atravessou fronteiras, normalizou guerras, ampliou a vigilância e transformou o medo numa política que o mundo ainda não conseguiu encerrar.

O caso Master atravessa direita, esquerda, Centrão, mercado e Judiciário. Enquanto o país procura um culpado que caiba em sua torcida, os documentos revelam uma República na qual adversários públicos frequentam a mesma rede de acesso.

Com o primeiro iPhone dobrável, novos relógios e AirPods mais inteligentes, a empresa não apresentou apenas produtos. Apresentou novos motivos para considerar velho aquilo que ainda funciona perfeitamente.

Enquanto direita e esquerda escolhem qual personagem do caso Master enxergar, a rede que atravessou o poder continua protegida pela disputa de narrativas.

Ajuda que precisa de curtida é só vaidade bem iluminada, mas nem toda câmera transforma solidariedade em espetáculo.

Por que ouvimos a mesma música centenas de vezes? A ciência explica — e o Spotify agradece

Trinta e sete anos depois, o Brasil voltou à cena do crime — com mais teorias, menos audiência e a mesma paixão por transformar novela em assunto nacional.

Barcelona para por tempo indeterminado, a Itália já fechou setembro na agenda e a França deixou o aviso pronto: na Europa, protestar continua sendo compromisso cultural.

Entre saudade, massa crocante e diferenças que não cabem no cardápio, um brasileiro aprende que emigrar também é descobrir que dois pastéis podem ter o mesmo nome e nenhuma intenção de ocupar o mesmo lugar.

No streaming, a próxima obsessão chega antes de você lembrar o nome da anterior — e o entretenimento virou uma esteira que nunca pede licença para continuar.

A internet não destruiu a privacidade sozinha: nós transformamos intimidade em conteúdo, rotina em vitrine e exposição em hábito nas redes sociais.

Uma análise irônica de como o PIX deixou de ser apenas um pagamento instantâneo para virar parte da cultura, do cotidiano e das contradições do Brasil.

De tragédias políticas a cobras letais e carros voadores desastrados, a realidade voltou a superar a ficção.